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sexta-feira, 11 de julho de 2014

[Cinema] A Culpa é das Estrelas (2014)


The Fault in our  stars

EUA, 2014

126 min

Drama, Romance

Direção: Josh Boone

Roteiro: Scott Neustadter, Michael H. Webe, John Green (romance)

Estrelando:  Shailene WoodleyAnsel ElgortNat Wolff






Não vou contar novamente do que se trata a história porque muita gente já sabe e porque eu já escrevi na resenha do livro aqui. Eu amei o livro porque ele não não conta somente uma história de amor, mas uma história sobre viver sabendo que nem tudo são flores, que há dor, perda e que a morte é inevitável. É uma história cujos personagens vivem momentos difíceis das suas vidas, fazem questionamentos existenciais e não se iludem esperando milagres. Eles sabem que vão morrer em pouco tempo e procuram fazer com que suas curtas existências sejam bem vividas. Eles amam, realizam sonhos, se apoiam um no outro e estão em paz com o destino inevitável. O filme é muito fiel à história original. Houve pouquíssimas mudanças e a essência do livro não se perdeu. 

Gostei muito de todos os atores e me apaixonei novamente pelo Gus. Quando soube que Ansel Elgort faria o papel de Gus, fiquei com um pé atrás, mas mudei de opinião porque ele foi perfeito! Lindo e cheio de personalidade. Além disso a química entre os protagonistas é incrível! O drama, a intensidade e o humor do livro mais uma vez me conquistaram. Nem preciso dizer que chorei muito, né? Chorei do início ao fim! No momento em que Gus e Hazel se conheceram eu já comecei a chorar. Em parte porque eu já sabia o que aconteceria e em parte porque os atores me emocionaram com suas atuações. De maneira geral eu já choro mais assistindo a filmes do que lendo livros porque eu me emociono a personificações dos personagens, com o trabalho dos atores. Então eu chorei um pouco lendo o livro, mas o filme partiu meu coração! 

Mas houve também momentos muito engraçados durante o filme todo. Ansel Elgort conseguiu encarnar todo o sarcasmo e humor negro sutil de Gus. Ri muito com as ótimas tiradas de Gus e Hazel. O roteiro foi muito bem escrito mantendo as frases deliciosas que todos os fãs do livro já decoraram. Algumas cenas foram muito hilárias, como a que Gus, Hazel e Isaac se vingam da ex namorada de Isaac. Adorei!

Lindo, lindo!  Eu não mudaria nada!

Avaliação: ★★★★ 

Beijos e até a próxima. :**

segunda-feira, 17 de junho de 2013

A Culpa é das Estrelas - John Green



GREEN, John. A Culpa é das Estrelas. Rio de Janeiro: Editora Intríseca, 2012. 288p. Título Original: The fault is our stars.


"Alguns infinitos são maiores que os outros..."

Comprei este livro exclusivamente pela capa. É linda! Eu em apaixonei por ela. Mas demorei muito para ler porque, apesar das inúmeras críticas positivas, eu tinha um preconceito contra ele. Pensava que seria uma história de amor água com açúcar e melodramática feita para arrancar lágrimas e conquistar vendas. De certa forma é sim. Mas John Green conseguiu através de um tema apelativo construir uma história linda, inteligente e com grande profundidade.

Hazel Grace tem um câncer terminal que começou na tireóide e evoluiu para uma metástase nos seus pulmões. Ela tem 16 anos e sabe que morrerá de câncer. Hazel depende de um cilindro de oxigênio para respirar e tem dificuldades para realizar tarefas do dia a dia. Sua mãe acha que ela está deprimida e sugere que ela participe de um grupo de apoio para adolescentes com câncer em uma igreja. Durante uma sessão do grupo de apoio ela conhece Augustus que é sobrevivente de um câncer ósseo e teve uma perna amputada. Ele está no grupo de apoio para acompanhar seu amigo Isaac que já perdeu um olho e luta contra o câncer no outro olho que em breve o deixará totalmente cego. Augustus, ou Gus, é sarcástico e adora se expressar através de metáforas. Os dois são muito inteligentes, gostam de ler e de ouvir música e entendem o que é ser um paciente com câncer. A história de vida e as afinidades unem os dois. Eles se tornam grandes amigos e se apaixonam.

A Culpa é das Estrelas é uma história de amor nem um pouco água com açúcar e não é somente uma história de amor. É uma história intensa, forte, reflexiva, cheia de questionamentos existenciais e, pasmem, muito humor. Fala sobre a inevitabilidade da morte, dor, coragem e sobre a dureza da vida. Juntos, Hazel e Gus vivem uma história linda, realizam desejos juntos, tornam a vida um do outro mais feliz e também questionam o propósito de suas vidas. O livro propõe questões muito profundas: como é viver com a certeza de que a vida será muito curta? Como é sobreviver e lutar diariamente por um pouco mais de vida? E a culpa de deixar os pais sozinhos? Como manter o humor e ficar em paz sabendo que a morte está tão próxima? A morte é o fim? Vale a pena acreditar em uma vida após a morte?

A narrativa é em primeira pessoa através palavras de Hazel Grace. Os dois personagens são deliciosos, inteligentes, sarcásticos e com humor negro afinado. A linguagem é fluida, jovem e bem humorada. Li algumas resenhas que criticavam a forma rebuscada com que os dois protagonistas se expressam e a maturidade dos dois que são adolescentes, mas acredito que uma história de vida tão difícil amadurece. E a sofisticação intelectual não me causou estranhamento porque eu também fui uma adolescente que gostava de fazer questionamentos existenciais e convivia com outros adolescentes como eu. Além de Hazel e Gus, a história traz os dramas dos pais e amigos que vivem na expectativa de perderem pessoas que amam. Essa é a principal preocupação de Hazel: deixar seus pais despedaçados e sem conseguir viver bem depois da sua morte.
Amei o livro, chorei muito e me diverti também! Valeu cada momento! Leiam hoje! 



"O mundo não é uma fábrica de realização de desejos."



Avaliação: ★★★★ 


Até a próxima.
Beijos.


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