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sexta-feira, 11 de julho de 2014

[Cinema] A Culpa é das Estrelas (2014)


The Fault in our  stars

EUA, 2014

126 min

Drama, Romance

Direção: Josh Boone

Roteiro: Scott Neustadter, Michael H. Webe, John Green (romance)

Estrelando:  Shailene WoodleyAnsel ElgortNat Wolff






Não vou contar novamente do que se trata a história porque muita gente já sabe e porque eu já escrevi na resenha do livro aqui. Eu amei o livro porque ele não não conta somente uma história de amor, mas uma história sobre viver sabendo que nem tudo são flores, que há dor, perda e que a morte é inevitável. É uma história cujos personagens vivem momentos difíceis das suas vidas, fazem questionamentos existenciais e não se iludem esperando milagres. Eles sabem que vão morrer em pouco tempo e procuram fazer com que suas curtas existências sejam bem vividas. Eles amam, realizam sonhos, se apoiam um no outro e estão em paz com o destino inevitável. O filme é muito fiel à história original. Houve pouquíssimas mudanças e a essência do livro não se perdeu. 

Gostei muito de todos os atores e me apaixonei novamente pelo Gus. Quando soube que Ansel Elgort faria o papel de Gus, fiquei com um pé atrás, mas mudei de opinião porque ele foi perfeito! Lindo e cheio de personalidade. Além disso a química entre os protagonistas é incrível! O drama, a intensidade e o humor do livro mais uma vez me conquistaram. Nem preciso dizer que chorei muito, né? Chorei do início ao fim! No momento em que Gus e Hazel se conheceram eu já comecei a chorar. Em parte porque eu já sabia o que aconteceria e em parte porque os atores me emocionaram com suas atuações. De maneira geral eu já choro mais assistindo a filmes do que lendo livros porque eu me emociono a personificações dos personagens, com o trabalho dos atores. Então eu chorei um pouco lendo o livro, mas o filme partiu meu coração! 

Mas houve também momentos muito engraçados durante o filme todo. Ansel Elgort conseguiu encarnar todo o sarcasmo e humor negro sutil de Gus. Ri muito com as ótimas tiradas de Gus e Hazel. O roteiro foi muito bem escrito mantendo as frases deliciosas que todos os fãs do livro já decoraram. Algumas cenas foram muito hilárias, como a que Gus, Hazel e Isaac se vingam da ex namorada de Isaac. Adorei!

Lindo, lindo!  Eu não mudaria nada!

Avaliação: ★★★★ 

Beijos e até a próxima. :**

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Liberta-me - Tahereh Mafi



MAFI, Tahereh. Liberta-me. Ribeirão Preto, SP: Novo Conceito Editora, 2013. Título original: Unravel me. 444 p.

"Seus lábios são mais macios do que qualquer coisa que já conheci, macios como a primeira neve, como morder algodão doce, como derreter e flutuar e não ter peso na água. É doce, é doce sem fazer esforço." p. 382

Liberta-me é o segundo livro da trilogia Estilhaça-me que começou com Estilhaça-me.  Eu gostei do primeiro, mas esperava mais. Achei pouco original, apesar de ter achado a escrita da autora lindíssima e cheia de estilo. Mas Tahereh Mafi evoluiu muitíssimo. O segundo livro da série (e da autora) superou e muito as minhas expectativas. Eu simplesmente amei o livro!

A partir daqui contém spoilers do primeiro livro da série. Você foi avisado.

Depois de fugir da prisão onde viveu nos últimos meses e encontrar o Ponto Ômega, quartel da resistência, Juliette aprende mais sobre seus poderes e treina para conseguir controlá-los. Juliette está menos confusa, porém seus pensamentos continuam intensos e acelerados, o que a autora consegue mostrar muito bem através de sua escrita peculiar. Ela não pode tocar em ninguém pois seu toque é poder letal. Somente seu namorado Adam e Warner também  pode tocá-la. Porém Juliette descobre algo que a faz se afastar de Adam. Adam tem um poder que anula os poderes de todos os outros quando está perto. Porém ele o faz com um grande sacrifício e gasto de energia. Inclusive isso pode matá-lo. Juliette sofre muito com a separação mas está decidida a se afastar de Adam de vez, ao mesmo tempo que está cada vez mais envolvida com a resistência.

Numa das missões do Ponto Ômega, Juliette encontra Warner e percebe que por trás daquela crueldade e frieza toda, existe uma pessoa capaz de gestos de bondade. Ao longo da história, Warner se mostra mais humano e sua história de vida marcada por maus tratos e falta de amor de seu pai abusivo vem à tona. Anderson, pai de Warner e líder do Restabelecimento, é o grande vilão da história. E uma revelação a seu respeito tem grande importância na trama.

Enquanto se afasta de Adam, Juliette acaba se aproximando de Warner e a narrativa pega fogo. Como no primeiro livro, os sentimentos de Juliette são intensamente explorados e descritos. O livro é todo psicológico. Toda a ação é mostrada através dos sentimentos de Juliette, narradora personagem. Os personagens são muito mais elaborados neste segundo livro, especialmente Warner. Ainda que sempre descritos através dos olhar e sentimentos de Juliette. Ele é o melhor personagem, depois de Juliette. Também gosto muito de Kenji, amigo que Juliette faz no Ponto Ômega.

A história é intensa, quente, forte, romântica e com uma escrita belíssima! Ainda acho que o Restabelecimento, regime de governo totalitário instalado por Anderson, deveria ser melhor explorado. Ainda assim achei o livro muito bom e com mais ação que o primeiro! Preciso do volume final da trilogia! A capa deixou a desejar em relação à primeira, toda brilhosinha. Ela é bem feinha. Mas a diagramação e interessante, as folhas são amareladas e a fonte tem um ótimo tamanho, o que facilita a leitura.

Avaliação: ★★★ 

Até mais.
Beijos e boas leituras. :**


sábado, 9 de novembro de 2013

O Duque e Eu - Julia Quinn




QUINN, Julia. O duque e eu. São Paulo: Arqueiro, 2013. 288 p. Título original: The Duke and I.

O novo duque de Hastings é um personagem muito interessante. Ainda que seja de conhecimento geral que ele não se dava bem com o pai, nem mesmo esta autora conhece o motivo da desavença.
Crônicas da Sociedade de Lady Whistledown
26 de abril de 1813

O Duque e Eu é o primeiro volume da série de oito volumes Os Bridgertons. Cada livro narra a história de um dos oito irmãos Bridgertons. É um romance de época romântico, divertido, leve, sensual e perfeito pra descontrair. Dá pra ler rapidinho. O Duque e Eu conta a história de como Daphne Bridgerton, conheceu Simon Basset, o duque de Hastings e de como eles se apaixonaram.

Simon é uma homem complicado. Gago quando criança, Simon foi rejeitado pelo pai que esperava o herdeiro perfeito. Sua mãe morrera durante o parto no seu nascimento. Simon cresceu longe do pai, criado por uma ama e sempre se esforçou para melhorar e agradar o pai, mas sem sucesso. Simon acabou se tornando um ótimo aluno em Oxford e superou a gagueira. Quando o pai morreu, ele voltou a Londres e decidiu que jamais se casaria para não ter herdeiros e assim a herança do pai morreria com ele. Mas ao voltar para Londres, Simon terá que enfrentar as senhoras da sociedades loucas para apresentar suas filhas solteiras ao Duque de Hastings. Porém Daphne, irmã de seu melhor amigo, é a única que chamará sua atenção.

- Sei. Então você não tem a intenção de entrar para a sociedade. Estou impressionado com a sua determinação. Mas deixe-me lhe dar um aviso: mesmo que não queria participar dos eventos sociais, elas vão encontrar você.
Simon, que estava no meio de um gole de conhaque, engasgou com a tensão no rosto de Anthony quando ele disse "elas". Depois de alguns instantes tossindo, enfim conseguiu perguntar:
- Por favor me diga: quem são "elas"?
Anthony estremeceu.
- As mães.  p. 23

Daphne, a irmã mais velha entre as Bridgertons, é uma mocinha cheia de vontades e que sabe o que quer. Apesar de não ser a mais linda das mulheres, teve alguns pretendentes, embora não tenha gostado de nenhum. Ela quer se casar e ter muitos filhos como a mãe, mas com um homem de quem realmente goste. Daphne conhece Simon e se encanta por ele, mas quando descobre que ele é o amigo devasso de seu irmão mais velho, Anthony, desiste dele e os dois fazem um acordo: fingem que estão juntos para afastar os outros pretendentes dos dois. Porém, conforme se conhecem melhor, eles se apaixonam e não conseguem mais esconder um do outro o que sentem. Mas agora Simon terá que superar a rejeição do pai para poder ser feliz ao lado da mulher que ama.

O livro é leve e muito divertido. Daphne e Simon são inteligentes e cheios de diálogos irônicos e os personagens são psicologicamente complexos e bem construídos. O romance entre eles é de tirar muitos suspiros dos leitores. A narração é em terceira pessoa e a cada capítulo conhecemos As Crônicas da Sociedade de Lady Whistledown, uma coluna de fofocas escrita por uma colunista misteriosa que parece saber tudo o que acontece na sociedade londrina e não mede palavras para descrever os acontecimentos com muito sarcasmo. Eu me diverti muito lendo esse livro. Se você gosta de uma boa comédia romântica com um toque de sensualidade, não pode perder essa história. A escrita de Quinn é fluida, irônica e divertida e ela já foi comparada a Jane Austen. Eu amei. Mesmo com os clichês de histórias românticas de sempre. Que venham os próximos volumes.

Avaliação: ★★★★ 

Até mais.
Beijos e boas leituras. :**



terça-feira, 15 de outubro de 2013

A Gramática do Amor - Rocío Carmona


CARONA, Rocío. A Gramática do Amor. Rio de Janeiro: Rocco Jovens Leitores, 2013. 264p. Título original: La gramática del amor.

"O amor que permanece oculto, que não se expressa, 
transforma-se num monstro que devora corações. 
É preciso arriscar-se e deixá-lo sair, mesmo com o 
risco de se machucar." p.99

Irene é uma adolescente, nascida em Barcelona que vai estudar em um internato na Inglaterra, mais precisamente na Cornualha. Ela divide quarto no alojamento da escola com Martha, uma inglesa intensa, baladeira e escandalosa.

Irene se apaixona loucamente por Liam, mas tem uma grande desilusão amorosa. Liam a engana e faz pouco de seu amor. Seu professor de gramática percebe o sofrimento da aluna e lhe propõe um desafio: pede que Irene leia algumas obras literárias escolhidas por ele e faça trabalhos sobre os livros. Todos os livros são histórias de amor de grandes autores clássicos e contemporâneos. A sul da fronteira, a oeste do sol de Murakami, Anna Kariênina de Tolstói, Orgulho e Preconceito de Jane Austen, Carta de uma desconhecida de Stefan Sweig, Os Sofrimentos Do Jovem Werther de Goethe, Jane Eyre de Charlotte Bronté e O Amor nos tempos do cólera de Gabriel García Marquez. 

No início, Irene acha a proposta estranha, mas logo começa e se entreter e se envolver com a leitura. Seu professor, Peter Hugues, a quem os alunos chamam de Byron, por ser romântico e melancólico, chama a proposta de A gramática do amor. Irene percebe, à medida que lê aquelas histórias de amor, que elas têm a ver com a sua própria história e com a de outras pessoas, como a do professor e ao de seu amigo Marcelo, e fica cada vez mais envolvida com aquele desafio. Enquanto isso, Irene também se envolve comm o professor e outros dois colegas seus. Tem um rápido e intenso envolvimento com um e começa a se relacionar com outro.

A ideia do livro é genial e divertida. Adoro quando um autor declara seu amor à literatura e quando um livro fala sobre outros livros. É enriquecedor. Além disso a escrita de Carmona é fluida, simples, fácil de ler. O que eu não gostei foi da protagonista. Irene é confusa, volúvel, impulsiva e boba. Acha que ama todo mundo, não sabe o que quer. Começa a história dizendo que Liam é o grande amor da sua vida e logo depois se envolve com vários outros, inclusive com o menino que fica com sua amiga. Faz cenas de ciúme, se declara a mais de um, fala e faz um monte de bobagem etc. Fiquei muito irritada com a personalidade dela. Gostei do professor Hugues que tem uma ideia incrível e ama seus alunos, mas acho que é muito imprudente em algumas atitudes. E gostei bastante de Marcelo e até da amiga doidinha Martha.

A gramática do amor é um livro romântico, leve, divertido, cheio de referências literárias e reflexões sobre o amor e os relacionamentos. É um livro para se ler rapidinho e se deliciar. Mas cuidado: se você não conhece as histórias dos livros que Irene lê, passe longe dele - contém muitos spoilers sobre outras obras. Apesar dos pontos negativos que citei, eu adorei o livro! É perfeito para comemorar o dia dos professores porque fala de um que tem um profundo amor pelo que faz e por seus alunos.

Avaliação: ★★★

Feliz Dia do Mestre a todos os professores, especialmente à minha mãe que me ensinou a ler e me contaminou com sua paixão pela leitura e pelo conhecimento! 

Até a próxima.
Beijos. :**

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

O Pessegueiro - Sarah Addison Allen


ALLEN, Sarah Addison. O Pessegueiro. São Paulo: Planeta, 2013. 246p. Título Original: The peech keeper.

Felicidade siginifica correr riscos. Ninguém dissera isso a Paxton. Era como se fosse um segredo que o mundo estava lhe escondendo. Paxton não corria riscos, ao menos não quando estava sóbria. p.218

Willa Jackson tem quase 30 anos e é de uma família tradiconal, porém falida da cidade de Walls of Water. Ela mora sozinha e tem uma loja de material esportivo e um café. Enquanto que Paxton mora com os pais e é a socialite de vida aparentemente perfeita. Aquela que foi rainha do baile na escola e é amada e invejada por todos. Elas estudaram juntas no ensino médio, mas suas vidas são completamente diferentes. Paxton faz parte do Clube Social Feminino, fundado por sua avó e pela avó de Willa. E está organizando um baile em comemoração aos 75 anos do clube. Paxton convida Willa para ir ao baile e homenagear sua avó que agora vive em uma casa de repouso assim como a avó de Paxton. Willa não se sente muito confortável com o convite pois acredita que não faz parte daquele mundo.

O irmão gêmeo de Paxton, Colin, é um paisagista e volta à cidade para ajudar na comemoração. Ele decide plantar um enorme e antigo carvalho na mansão Blue Ridge Madam, onde ocorrerá o baile, e para isso precisa retirar o pessegueiro que cresceu perto do despenhadeiro. Quando o pessegueiro é retirado, alguns objetos muito antigos são retirados do solo, inclusive um álbum de recortes de jornal datados de 75 anos atrás. Logo depois o corpo de um homem é encontrado. Ninguém imagina o que pode ter acontecido na mansão que no passado fora da família de Willa. Nem quem é o homem enterrado lá. Esse mistério aproxima Colin e Paxton de Willa. Enquanto isso, Paxton está apaixonada por Sebastian, seu melhor amigo que ela acha que é gay.

O pessegueiro é a história de como duas histórias de amor acontecem e do nascimento de uma forte amizade entre Willa e Paxton. É também a história de duas grandes amigas de 75 anos atrás, de um grande segredo e de uma cidade. Os personagens são muito bem construídos. A adolescência e a história de suas famílias serve para embasar a construção de suas personalidades.

Muito romance de tirar lágrimas (o que não  acontece muito comigo quando leio), amizades tocantes, um mistério de grudar o leitor nas páginas e um clima de magia e sobrenatural bem sutil no ar. Assim eu descrevo O Pessegueiro. Amei muitíssimo. Uma das melhores leituras do ano. Certamente a que mais me emocionou. A narração é em terceira pessoa, a escrita de Allen flui maravilhosamente bem, apesar de no início a história ser um pouco lenta. Mas já quero ler outros livros dela.

Além disso a capa é maravilhosa. A diagramação é lindíssima. Cada começo de capítulo, o texto aparece em forma de uma xícara de café e em cima da folha tem um galho de pessegueiro. Em cada capítulo, um galho diferente. Muito capricho da editora Planeta! As folhas são amareladas e com uma letra de ótimo tamanho.



Avaliação: ★★★★ ♥ (merecia vários corações) =)

Até mais.
Beijos. =**

P.S. Para a Nanda do Super Bookaholic: esse tem flores e corações como você gosta. :)


terça-feira, 23 de julho de 2013

Ladrão de Almas - Alma Katsu



KATSU, Alma. Ladrão de Almas. São Paulo: Editora Novo Conceito, 2012. 430 p. Título Original: The Taker.

"Agora compreendo que somente o tolo busca garantias no amor. O amor demanda tanto de nós que, em troca, tentamos garantir que ele dure. Nós queremos eternidade, mas quem consegue fazer tais promessas?" (pág 103)

Lanore McIlvrae (ou Lanny) nasceu  no século XIX e vive até os dias de hoje. Ela é imortal. Lanore é encontrada em um hospital em St. Andrew por Luke, e está sendo procurada por assassinato. Ele a protege e ela conta a ele sua história. Luke é um médico recém divorciado que se encanta por Lanny e fica fascinado com sua história fantástica e sobrenatural.


O livro intercala capítulos que se passam nos dia de hoje narrados em terceira pessoa, com capítulos narrados em primeira pessoa por Lanny que conta sua história para Luke. Lanny fala sobre o homem que a tornou imortal - Adair - um sujeito cruel, manipulador e sádico, mas que também tem um história muito interessante. Ele é um personagem maravilhoso, muito bem construído, com uma história de abusos e muita dor, mas que esconde um terrível segredo. Também conhecemos outros personagens que, assim como Lanore, tornaram-se imortais pelas mãos de Adair e por isso submissos a ele.

Lanny relata sua infância na cidadezinha puritana de St. Andrew e seu amor de infância que durou a vida toda. Questiona a forma como as mulheres eram tratadas e as poucas possibilidades de sair do ciclo de submissão e vida doméstica. Narra como seu amor influenciou todos os seus atos, o preço alto que teve que pagar pela imortalidade, o sofrimento, as perdas. Achei a história bem original, cheia de detalhes interessantes! É romântica, sensual, intensa, chocante, cruel e misteriosa. O final me deixou doida pela continuação! Mal posso esperar para tê-la nas mãos!

Não sei se é porque estou numa fase ótima em relação aos livros, mas a verdade é que tenho curtido muito minhas leituras. Este livro em especial me encantou muito! Eu adoro um romance sobrenatural e esse eu amei demais! A escrita da autora é fluida, bonita e prende o leitor do início ao fim! A diagramação é simples, mas tem páginas amareladas e uma letra de ótimo tamanho. Amei a história, a escrita da autora, os personagens e a capa né, gente? Que capa maravilhosa é essa? Antes mesmo de ler, já me conquistou pela capa! Lindíssima, aveludada e com letras prateadas em alto relevo. Sério, muito linda mesmo!

Avaliação: ★★★★ 

Até a próxima.
Beijos. =**


segunda-feira, 17 de junho de 2013

A Culpa é das Estrelas - John Green



GREEN, John. A Culpa é das Estrelas. Rio de Janeiro: Editora Intríseca, 2012. 288p. Título Original: The fault is our stars.


"Alguns infinitos são maiores que os outros..."

Comprei este livro exclusivamente pela capa. É linda! Eu em apaixonei por ela. Mas demorei muito para ler porque, apesar das inúmeras críticas positivas, eu tinha um preconceito contra ele. Pensava que seria uma história de amor água com açúcar e melodramática feita para arrancar lágrimas e conquistar vendas. De certa forma é sim. Mas John Green conseguiu através de um tema apelativo construir uma história linda, inteligente e com grande profundidade.

Hazel Grace tem um câncer terminal que começou na tireóide e evoluiu para uma metástase nos seus pulmões. Ela tem 16 anos e sabe que morrerá de câncer. Hazel depende de um cilindro de oxigênio para respirar e tem dificuldades para realizar tarefas do dia a dia. Sua mãe acha que ela está deprimida e sugere que ela participe de um grupo de apoio para adolescentes com câncer em uma igreja. Durante uma sessão do grupo de apoio ela conhece Augustus que é sobrevivente de um câncer ósseo e teve uma perna amputada. Ele está no grupo de apoio para acompanhar seu amigo Isaac que já perdeu um olho e luta contra o câncer no outro olho que em breve o deixará totalmente cego. Augustus, ou Gus, é sarcástico e adora se expressar através de metáforas. Os dois são muito inteligentes, gostam de ler e de ouvir música e entendem o que é ser um paciente com câncer. A história de vida e as afinidades unem os dois. Eles se tornam grandes amigos e se apaixonam.

A Culpa é das Estrelas é uma história de amor nem um pouco água com açúcar e não é somente uma história de amor. É uma história intensa, forte, reflexiva, cheia de questionamentos existenciais e, pasmem, muito humor. Fala sobre a inevitabilidade da morte, dor, coragem e sobre a dureza da vida. Juntos, Hazel e Gus vivem uma história linda, realizam desejos juntos, tornam a vida um do outro mais feliz e também questionam o propósito de suas vidas. O livro propõe questões muito profundas: como é viver com a certeza de que a vida será muito curta? Como é sobreviver e lutar diariamente por um pouco mais de vida? E a culpa de deixar os pais sozinhos? Como manter o humor e ficar em paz sabendo que a morte está tão próxima? A morte é o fim? Vale a pena acreditar em uma vida após a morte?

A narrativa é em primeira pessoa através palavras de Hazel Grace. Os dois personagens são deliciosos, inteligentes, sarcásticos e com humor negro afinado. A linguagem é fluida, jovem e bem humorada. Li algumas resenhas que criticavam a forma rebuscada com que os dois protagonistas se expressam e a maturidade dos dois que são adolescentes, mas acredito que uma história de vida tão difícil amadurece. E a sofisticação intelectual não me causou estranhamento porque eu também fui uma adolescente que gostava de fazer questionamentos existenciais e convivia com outros adolescentes como eu. Além de Hazel e Gus, a história traz os dramas dos pais e amigos que vivem na expectativa de perderem pessoas que amam. Essa é a principal preocupação de Hazel: deixar seus pais despedaçados e sem conseguir viver bem depois da sua morte.
Amei o livro, chorei muito e me diverti também! Valeu cada momento! Leiam hoje! 



"O mundo não é uma fábrica de realização de desejos."



Avaliação: ★★★★ 


Até a próxima.
Beijos.


domingo, 21 de abril de 2013

1Q84 | Livro 1 - Haruki Murakami


- Quando se faz algo incomum, as cenas cotidianas se tornam um pouco diferentes do normal. Mas não se deixe enganar pela aparências. A realidade é sempre única. (pág 157)


Aomame, 29 anos, tem uma profissão incomum. É uma assassina profissional, mas mata apenas estupradores e homens que agridem mulheres e crianças. Um dia Aomame mudou um pouco a sua rotina e percebeu que o mundo se tornou outro. Acontecimentos que desconhecia, uma seita religiosa misteriosa, duas luas no céu...Aomame foi parar em uma espécie de realidade paralela que ela chamou de 1Q84.

Enquanto isso, Tengo, um professor de matemática, 29 anos, aspirante a escritor recebe uma proposta inusitada: reescrever uma história contada por uma menina de 17 anos, disléxica. A história é muito boa, mas muito mal escrita. O livro seria escrito por ele, mas inscrito em um concurso literário com o nome da menina, Fukaeri. Tengo aceita a proposta e o escreve. O livro vence o concurso e a súbita fama que a menina alcança trás à tona informações sobre o seu passado.

A história  escrita por Fukaeri esconde um grande mistério sobre sua vida e os acontecimentos à sua volta e esse mistério se cruza de alguma forma com as vidas de Aomame e Tengo. Fukaeri é disléxica e não aparenta emoções. Faz perguntas sem a entonação da interrogação. Sua vida foi marcada por um grande mistério.

Quando uma nova versão da história é reescrita, a antiga é totalmente destruída e, ao mesmo tempo, são criadas novas palavras e o significado das palavras existentes é igualmente alterado. (pág 359)

1Q84 é inspirado em 1984 de George Orwell e se passa nesse ano. É brilhantemente bem escrito e combina elementos de ficção científica, distopia, fantasia, mistério e romance de uma forma muito inteligente. Os personagens são ricamente bem construídos. Conhecemos a fundo a infância e a forma como a vida desses três personagens seguiu. A narrativa é em terceira pessoa alternando pontos de vista de Aomame e Tengo.

Gostei muito do livro, embora tenha achado algumas passagens um pouco lentas e arrastadas, especialmente as longas passagens sobre outros livros. Adorei ler sobre personagens de mais ou menos a minha idade (nada contra, mas estou cansada de livros sobre adolescentes) e achei a história muito criativa! O final é aberto e fiquei com gostinho de quero mais! Mas já deu para prever um pouco sobre o rumo da história. Que venha o Livro 2! Vale muito a pena! Para quem não gosta de séries, não recomendo porque é impossível ler somente o primeiro. As questões terminam todas no ar sem um desfecho.


Avaliação: ★★★★


Até a próxima!
Beijos.



quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

[Cinema] O Lado Bom da Vida (2012)


Silver Linings Playbook

EUA, 2012. 122min

Comédia, Drama, Romance

Direção: David O. Russell

Roteiro: David O. Russell

Elenco: Bradley Cooper, Jennifer Lawrence, Robert De Niro, Julia Stiles










Como disse no post anterior, tirei a quarta-feira de cinzas para assistir aos filmes que estão concorrendo a prêmios nesta temporada. O segundo filme é O Lado Bom da Vida (Silver Linings Playbook) baseado no livro de mesmo nome de Mattew Quick.





O filme é uma delícia e conta a história de Pat, portador de transtorno bibolar que ficou anos internado em uma clínica depois de agredir o amante da esposa. Ele volta para casa com muita vontade de melhorar e reatar com a ex-esposa.

Nesse momento ele conhece Tiffany, sua vizinha que também passa por um momento difícil após perder o marido em um acidente. Eles acabam se envolvendo e ela convence Pat a participar de um concurso de dança com ela. A química entre eles é perfeita e a história é muito sensível.





O filme é uma comédia dramática romântica que fala de um assunto delicado, transtornos mentais, que diverte e emociona ao mesmo tempo. Terminei o filme chorando (o que não é difícil hehehe).
Ameiii!!! Romance e ainda por cima com um pouco de dança não tinha como não gostar! :)
Assistam! Muito lindo!

Até o próximo post sobre os filmes da temporada. ;)
Beijos.

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Persuasão - Jane Austen



As ruas de Bath nunca viram mais belos devaneios de amor intenso e de fidelidade eterna que os de Anne enquanto caminhava de Camden Place a Westgate Buildings. Era quase suficiente para espargir purificação e perfume pelo caminho. p.195


Persuasão conta a historia de Anne Elliot, uma jovem de 27 anos, embora naquela época já não fosse considerada tão jovem. Anos antes Anne e o Sr. Wentworth se apaixonaram, mas como ele não tinha uma boa posição econômica na época, Anne foi convencida por Lady Russel, uma amiga da família, a recusar seu pedido de casamento, o que logo lhe causou um arrependimento.


Anne reencontra o Sr. Wentworth, 8 anos depois. Agora capitão da marinha, Wentworth, tornou-se um bem sucedido e promissor oficial. O reencontro estremece os sentimentos dos dois e aos poucos, apesar da mágoa, a paixão ressurge . O livro é muito romântico. É linda a forma como Jane Austen descreve esse amor despontando de forma sutil em pequenos gestos, diálogos e comportamentos dos dois personagens. Anne Elliot é uma personagem muito inteligente e sensível, mas que escolheu viver de acordo com o que a sociedade esperava dela e Wentworth, muito apaixonado, embora orgulhoso e contido. É uma história sobre espera, reencontro, superação de mágoas e amadurecimento dos sentimentos.

As sensações diante da descoberta a deixaram sem palavras. Ela não conseguiu sequer agradecer. Limitou-se a voltar-se ao pequeno Charles com os sentimentos totalmente confusos. A gentileza demonstrada por ele em ajudá-la, a forma como tinha feito, o silêncio em que tudo aconteceu, as pequenas particularidades daquela circunstância e a convicção logo alcançada (...) p.85

Um homem não se recupera de tamanha devoção por uma mulher como ela. Ele não deve...não consegue. (Capitão Wentworth) p.186

O livro faz também uma crítica aos costumes da época e propõe uma reflexão sobre a situação das mulheres e a forma como eram tratadas e vistas, como na passagem abaixo:

- Mas detesto ouvi-lo falar assim, como um distinto cavalheiro, e como se todas as mulheres fossem damas encantadoras, e não criaturas racionais. Nenhuma de nós espera encontrar a calmaria todos os dias. (Sra. Musgrove) p.72

A minha relação com este livro é de amor e ódio. Comecei achando chato, depois me encantei com algumas passagens, aí me entediei novamente e por fim gostei muito!  O que eu não gostei foram as páginas e páginas descrevendo personagens pouco importantes e intermináveis mexericos entre algumas personagens. Confesso que tive que pular algumas páginas. Demorei muito para ler este livro. Abandonei várias vezes para ler outros, mas quando finalmente a leitura engrenou fiquei muito feliz por isso.

A narração é em terceira pessoa, com interferências de Jane Austen comentando sobre os acontecimentos e dando opiniões sobre os personagens. Como sempre, Austen é irônica, faz ótimas críticas aos costumes de sua época e constrói os personagens com uma riqueza descritiva impressionante. É um bom livro e considerado o mais maduro de Austen. Anne Elliot é uma personagem mais velha que as outras heroínas de Austen que têm por volta de 17 anos. É também considerado o mais romântico. Gostei!

Avaliação: ★★★

Ainda não assisti à adaptação da BBC, mas pretendo fazê-lo em breve e conto o que achei.

Até a próxima.
Beijos.



Aviso #1. Acho que nem deu tempo de verem o último post com o meme Natal me faz lembrar. Não deixem de dar uma olhadinha. Indiquei 10 blogs para participar. ;)

Aviso #2. Estou completamente enrolada com o novo emprego e por isso não estou tendo tempo para visitar todos os blogs amigos. Mas assim que estiver mais tranquila, vou responder os comentários e visitar os blogs. :)

=**

domingo, 16 de dezembro de 2012

[Cinema] Te Amarei para Sempre (2009)

Te amarei para sempre

EUA, 2009

107 min

Drama, Fantasia, Romance

Direção: Robert Schwentke

Roteiro: Bruce Joel Rubin (roteiro), Audrey Niffenegger (romance)

Elenco: Eric Bana, Rachel McAdams







Já vou começar a resenha falando mal do título. Além de não ter nada a ver com o original, é super brega e tem um erro de português bem básico. Apesar da tradução ridícula, o filme é muito lindo! É uma adaptação do livro A Mulher do Viajante do Tempo de Audrey Niffenegger.

Henry tem uma desordem genética que o faz viajar no tempo contra a sua vontade, principalmente quando está estressado, ansioso. Tudo começou quando ele tinha 6 anos e ele presenciou a morte da mãe. Nesse momento seu "eu" mais velho aparece e lhe diz que tudo vai ficar bem, que ele não podia fazer nada para impedir o que aconteceu. Henry tenta várias vezes, mas sem sucesso mudar o passado.

Henry conhece Clare e se surpreende quando ela lhe conta que já o conhece, que Henry mais velho a visitava desde que ela tinha 6 anos e que ela sempre o amou. A partir daí começa uma história de amor linda e totalmente fora do comum.

A história dos dois é marcada pelos encontros entre eles em diversas idades. Algumas cenas são bem engraçadas como quando ela briga com Henry, já casada com ele e encontra a versão mais jovem do marido. E algumas cenas foram muito emocionantes como o casamento dos dois.

O filme todo tem momentos engraçados e outros mais tensos e tristes, e achei a história incrivelmente bem bolada e original. Estou louca para ler o livro. Já ouvi falar que é muito melhor porque tem histórias paralelas que o roteirista deixou de fora dando ênfase apenas ao casal.



Adoro o Eric Bana e a Rachel McAdams e achei que eles têm uma química bem legal em cena. Adorei o filme! Lindinho! Assistam!

Até a próxima.
Beijos.

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

[Cinema] As Vantagens de Ser Invisível (2012)


As Vantagens de Ser Invisível

EUA, 2012

102 min

Drama, Romance

Direção: Stephen Chbosky

Roteiro: Stephen Chbosky (romance), Stephen Chbosky (roteiro)

Elenco: Logan Lerman, Emma Watson e Ezra Miller







Não farei um resumo da história porque eu já contei na resenha do livro aqui. Vou falar sobre as minhas impressões sobre o filme e alguns aspectos técnicos.

O Filme é dirigido e escrito pelo próprio autor do livro, portanto é muito fiel ao original e muito emocionante. Pouquíssimas coisas ficaram de fora. O que muda é a forma com que a história é contada já que são duas linguagens totalmente diferentes. No livro, como falei na resenha, Charlie conta a sua vida através de cartas. No filme só há uma breve narração no início e no fim.

Algumas coisas foram mostradas de forma bem mais sutil que no livro e isso é bem necessário para tornar o filme leve. Imagens de algumas cenas deixariam o filme forte demais e a delicadeza da história se perderia.

Os atores são maravilhosos! O elenco é todo ótimo. Logan Lerman que faz o Charlie conseguiu passar toda a pureza e doçura do personagem. Emma Watson, a Sam, está ótima, divertida, sensível, mas quem deu um show à parte foi Ezra Miller no papel de Patrick. Maravilhoso!

O filme é lindo, doce, sensível e delicado! Gostei demais de cada detalhe. Foi tudo como imaginei: figurinos, cenários, as cenas do carro. E ainda por cima tem uma trilha sonora deliciosa!

Stephen Chbosky é um ótimo escritor, roteirista e cineasta e fez um excelente trabalho! Nem preciso dizer que chorei do início ao fim, né? rsrs. Corram para assistir, mas antes leiam o livro! :)


Avaliação: ★★★★★ ♥



"E eu realmente estava ali. E foi o suficiente para que eu me sentisse infinito." p.223






Até a próxima.
Beijos.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

[Cinema] Jodhaa Akbar (2008)



Jodhaa Akbar,


Índia, 2008

213 min

Drama Histórico, Romance

Diretor: Ashutosh Gowariker

Roteiro: Haidar Ali

Elenco: Hrithik Roshan, Aishwarya Rai Bachchan e Sonu Sood







A Índia é a maior produtora de filmes do mundo e eu amo o cinema indiano! Tem de tudo: comédias românticas (sempre musicais com aquelas dancinhas lindas rs), dramas, policiais, suspense etc. Já assisti a vários. Acho tudo tão lindo! Principalmente os cenários e figurinos. Aliás acho os atores todos lindos. E aquelas roupas lindas bordadas a ouro e pedras e montanhas de joias? Um arraso!


Jodhaa Akbar é um drama histórico baseado em fatos reais que se passa no século XVI e conta a história do Imperador Mongol Akbhar (Hrithik Roshane da Princesa Jodhaa (Aishwarya Rai Bachchan), filha do Rei Bhamal do Rajastão. Jodhaa, que é hindu, é obrigada a se casar com Akhbar, muçulmano, para selar uma aliança política entre as duas nações. A princesa fica arrasada por ser usada como peça de um acordo político e ainda mais por ter que se casar com alguém de outra religião. Ela propõe ao imperador duas condições: que ela possa manter sua religião e que seja construído um templo para seus deuses e ele aceita.

Aos poucos os dois vão se conhecendo e acabam se apaixonando, mas têm que enfrentar muitos obstáculos e conspirações  para serem felizes juntos. Além disso o casamento não agradou os muçulmanos e o Imperador teve que conquistar o respeito do seu povo. O filme mostra como são diferentes os costumes deles e como eles têm que se adaptar a essas diferenças. Tudo muito lindo e romântico (suspiros...).

O filme é visualmente maravilhoso - a fotografia, os cenários, figurinos, grandes batalhas, tudo impecável! Os protagonistas são ótimos, lindos e com muita química entre eles. Amei, amei amei! Se tiverem oportunidade de assistir, assistam. É uma superprodução e foi o maior lançamento de um filme indiano nos EUA na época, então não deve ser impossível de achar rs.

Eu baixei em torrent com som original e legenda em inglês. No começo tive que me adaptar porque eles falam muito rápido e, apesar de eu ser fluente em inglês, não leio tão rápido assim rsrs, mas me acostumei logo. O filme é lindo, tem músicas lindas, mas poucos números musicais com dancinhas hehe. Achei os cartazes do filme tão lindos que coloquei vários no post. =)


 



Até a próxima.
Beijos.    

sábado, 20 de outubro de 2012

[Cinema] Rock of Ages, 2012

Rock of Ages, EUA, 2012

123 min

Musical, Comédia Romântica

Direção: Adam Shankman

Roteiro: Justin Theroux, Chris D'Arienzo, Allan Loeb

Elenco: Tom Cruise, Julianne Hough, Diego Boneta, Alec Baldwin, Russell Brand, Catherine Zeta-Jones, Paul Giamatti, Malin Akerman, Bryan Cranston, Mary J. Blige, Constantine Maroulis





Rock of Ages é uma adaptação para o cinema de um musical da Broadway. O filme (musical e comédia romântica) é dirigido por Adam Shankman e estrelado por Tom Cruise, Julianne Hough, Diego Boneta e Alec Baldwin. O roteiro não tem nada de extraordinário, mas é fofo e muito divertido!

Sherrie (Julianne Hough), uma garota do interior, vai para los Angeles para realizar o sonho de ser cantora. Lá conhece Drew (Diego Boneta), que também está em Los Angeles tentando a sorte como vocalista de uma banda de rock. Julianne tem sua mala roubada e Drew a ajuda a conseguir emprego de garçonete na casa de show em que ele trabalha. Eles se apaixonam imediatamente e começam um romance. Como em quase toda comédia romântica, no meio da história alguma coisa atrapalha o casalzinho. Eles passam por muitas dificuldades e são obrigados a fazer coisas que não são ideais tentando realizar seus sonhos. No final dá tudo certo, claro.



Enquanto isso o rock star decadente  Stacee Jaxx (Tom Cruise), personagem fictício inspirado em Axl Rose, está em uma crise existencial e só quer saber de bebidas e mulheres. E o prefeito reacionário Whitmore (Bryan Cranston) e sua esposa Patricia (Catherine Zeta-Jones) querem acabar com seu show alegando que rock 'n roll é coisa do demônio (isso lembra alguém? :p).

Tom Cruise rouba a cena! Ele está incrível, excelente atuação! E lindo, diga-se de passagem! Gente, ele tem 50 anos!!! Um arraso!


 


A partir daí, surgem muitas cenas engraçadas e divertidas. Os personagens são caricatos, mas é uma comédia e eles funcionam bem para a proposta do filme. Tudo isso embalado ao som de canções inesquecíveis do rock dos anos 80! Na trilha sonora, músicas como "Paradise City", "I Wanna Know What Love Is", "Wanted Dead or Alive", "Pour Some Sugar on Me", "Here I Go Again", "I Wanna Rock"...  Nostalgia pura! Gostei! Recomendo para quem busca um filme leve, despretensioso e divertido, e que gosta de rock, claro. 



Espero que gostem.
Até a próxima.
Beijo. :**


Série de TV - Raised by Wolves

Terminei de assistir ontem à nova série original HBO Max. Já vou começar dizendo que recomendo para quem gostou de Battlestar Ga...