quinta-feira, 1 de maio de 2014

Voltei!



Olá, leitores. Voltei!!! :)

Minha prova de concurso foi adiada para daqui a 3 meses, então terei mais tempo para estudar com calma e poderei voltar a dar atenção ao blog. Nesse tempo que não atualizei o blog, eu li alguns livros, então tenho muitas resenhas atrasadas, mas não farei todas. Estou pensando em fazer algumas mudanças no blog, como por exemplo, dar mais atenção ao canal do youtube e postar mais vídeos. Inclusive vídeos-resenha. Mas também quero aprender a editar os vídeos para oferecer algo de melhor qualidade.

Beijos, até o próximo post e boas leituras. :**

segunda-feira, 10 de março de 2014

A Ascensão dos Nove - Pittacus Lore


LORE, Pitacus. A Ascensão dos Nove. Rio de Janeiro: Intrinseca, 2012. Título original: The rise of nine. 288p.

Atenção, pode conter spoilers dos volumes anteriores.

A Ascensão dos Nove é o terceiro volume da série Os Legados de Lorien que começou com Eu Sou o Número Quatro, seguido por O Poder dos Seis

Seis e Quatro continuam separados. Seis foi à Espanha e encontrou a número sete e mais um membro da Garde. A número 10, Ella, que até então não sabia que existia. Seis foi treinada a vida inteira para essa luta e mantém-se forte e destemida. Marina ressente-se por ter sido criada num convento sem saber de sua história e sem treinamento e admira muito a nova amiga Seis. Ella é a mais nova e ainda esta começando a desenvolver seus legados. As três e dois Cêpans estão determinados a encontrar o Número Oito que se refugiou na Índia. 

Enquanto isso, John encontra o número nove e está determinado a encontrar Sam que foi capturado pelos Mogs. Porém Nove não gosta nada dessa ideia. Ele considera arriscado e acha melhor encontrar os outros membros da Garde. Nove é arrogante e cheio de si e quer sempre tomar as decisões o que causa alguns conflitos entre ele e Jonh.

Seis, Marina e Ella encontram Oito na Índia onde ele finge ser o deus Vishnu e possui muitos adoradores e aliados. Agora os seis precisam descobrir como se encontrar o mais rápido possivel e, ao se reunirem, descobrirem como derrotar os Mogs. Porém, o líder deles, Setrákus Rá, chega à Terra para acabar com seus planos ainda mais depois que o feitiço que permitia que eles só pudessem ser mortos em ordem, foi desfeito.

Os legados dos seis se desenvolvem mais e mais a cada dia e novos legados aparecem. Seis, além de ficar invisível, enxerga no escuro. Marina e seu dom de cura estão cada vez mais fortes. Ella consegue se comunicar telepaticamente com outros membros da Garde, além de mudar de idade e respirar embaixo d'água. Oito pode se transformar em qualquer animas e em avatares do deus Vishnu e teletransportar-se. Quatro é invulnerável ao fogo e possui o lúmen cada vez mais poderoso e Nove é o mais rápido e forte. Todos eles possuem a telecinesia. Mas será que esses legados serão o suficiente para derrotar Setrákus Rá? Eles ainda precisam encontrar o Número Cinco cuja localização ninguém conhece ainda.

Este volume foi meu preferido até agora. Tem muita ação de tirar o fôlego e de deixar o leitor grudado nas páginas. Muitas coisas acontecem, revelações, momentos trágicos, emocionantes e tensão do início ao fim. A narrativa é em primeira pessoa no presente, mas agora pela voz de John, Marina e Seis o que deixa tudo mais interessante pois vivenciamos os acontecimentos sob uma perspectiva maior. Terminei e já emendei na leitura do quarto livro. Esta é uma série muito divertida e vale muito a pena ser lida para quem curte ação e aventura. Corre para ler!

Avaliação: ★★★★ 

Beijos e boas leituras. :**
Até mais.




quinta-feira, 6 de março de 2014

O Poder dos Seis - Pittacus Lore



LORE, Pittacus. O Poder dos Seis. Rio de Janeiro: Editora Intrínseca, 2011. 320p. Título original: The Power of six.

Atenção, pode conter spoilers do primeiro volume da série.

O Poder dos Seis é o segundo volume da série Legados de Lorien que começa com Eu Sou o Número Quatro. Neste volume conhecemos mais um membro da Garde, a número sete, Marina, que foi criada num convento na Espanha onde sua Cêpan Adelina desistiu de sua missão de protegê-la e treiná-la para se tornar uma religiosa devota. Marina não foi treinada por sua Cêpan e por isso não sabe como usar seus poderes e não conhece bem sua história nem a das outras crianças. Porém, quando seus legados começam a aparecer, Marina torna-se determinada a encontrar os outros cinco membros da Garde para juntos lutarem contra os mogadorianos.

Marina fica amiga de Elle, uma menina muito inteligente que vive no orfanato com ela. Ela também tem um amigo chamado Hector em quem ela confia. Porém, Marina anda preocupada com um homem misterioso que ela acredita ser um mogadoriano. Além disso ela tem que descobrir sozinha para que servem os objetos em sua arca e tentar fazer contato com os outros membros da Garde. Os poderes de Marina são incríveis e essenciais para a guerra contra os mogadorianos.

Enquanto isso, John, Sam, Seis e o cachorro de John fogem de Paradise e pretendem encontrar os outros membros da Garde. Jonh está arrasado com a morte do seu Cêpan, mas têm que ser forte para continuar lutando. Os sentimentos de John por Sarah ficam confusos porque ele se sente atraído por Seis. Seis é forte, guerreira, inteligente, linda e ainda por cima uma loriena como ele. E Sarah, vamos combinar que é uma chata, ciumenta e egoísta. Detestei a Sarah neste livro. Sam cada vez mais conquista meu coração. Ele é um dos meus personagens preferidos. É um amigo leal de John, muito inteligente e responsável. Um fofo! Além disso, suas teorias de conspiração revelam-se não tão absurdas como se pensava.

Neste livro, a número sete, Marina tem um ponto de vista e a história é narrada por ela e Jonh. No início a voz dos personagens é alternada por capítulo, mas depois no mesmo capítulo aparecem parágrafos de um e de outro. Achei isso um pouco confuso em alguns momentos, mas nada que estrague a história que flui muito bem. O início é um pouco parado, mas do meio em diante a ação torna-se novamente eletrizante. Novas revelações são feitas e outros personagens são apresentados o que torna a série cada vez mais instigante. Leiam!

Avaliação: ★★★★ 




Até a próxima.
Beijos e boas leituras. :**


Eu sou o número quatro - Pittacus Lore



LORE, Pittacus. Eu sou o número quatro. Rio de Janeiro: Editora Intrínseca, 2011. 352p. Título original: I am number four.

"Nove de nós vieram para cá. Somos parecidos com vocês. Falamos como vocês. Vivemos entre vocês. Mas não somos vocês. Temos poderes com os quais vocês só podem sonhar. Somos mais fortes e mais rápidos que qualquer coisa que já viram. Somos os super-heróis que vocês idolatram nos filmes - mas somos reais.

Nosso plano era crescer, treinar, nos tornar mais poderosos e nos unir, para então enfrentá-los. Porém, eles nos encontraram antes. E começaram a nos caçar. Agora, estamos fugindo."


Os Legados de Lorien é uma série de ficção científica e fantasia adolescente que conta a histórias de nove crianças que vieram do planeta Lorien para a Terra fugindo dos mogadorianos (habitantes do planeta Mogadore) que tomaram conta de seu planeta. Essas nove crianças fazem parte da Garde de Lorien e quando crescerem  tornar-se-ão muito poderosos e deverão derrotar seus inimigos. Porém os mogadorianos seguem as crianças até a Terra e as perseguem com o intuito de exterminá-las. Três delas já foram mortas e agora restam seis.

Um feitiço protege as crianças e somente permite que os mogadorianos consigam matá-las na ordem, dificultando seu extermínio. Quando um mogadoriano tenta matar uma das crianças fora da ordem, ele é que morre em seu lugar.

O primeiro volume da série, Eu Sou o Número Quatro, conta a história de John Smith, o número quatro. Ele tem quinze anos quando foge para uma cidadezinha na Califórnia com seu Cêpan (guardião) depois de sentir a morte do número três. Ele sabe que é o próximo. O número quatro adota o nome John Smith. John fica imediatamente amigo de Sam, um nerd, nada popular na escola que é obcecado por alienígenas e acredita que seu pai foi abduzido. John se apaixona por Sarah, uma menina linda, e meiga que também se apaixona por ele.

John começa a desenvolver poderes e logo aprende com su Cêpan, Henri, que esses poderes são legados que todos os membros da Garde têm. Cada um desenvolve poderes diferentes embora tenham alguns legados em comum. Henri começa a treinar John para conseguir controlar seus legados e poder lutar contra os mogadorianos. Além dos legados, as crianças possuem cada um uma arca com objetos muito importantes e poderosos.

É claro que os mogadorianos acabam encontrando quatro e o livro fica ainda mais interessante. Além disso, outro membro da Garde, a número seis, aparece para esquentar e deixar a história mais eletrizante.

É um livro cheio de ação do começo ao fim. É daqueles de tirar o fôlego e ler sem parar. Tanto que já emendei a leitura dos volumes seguintes e só vou parar quando terminar de ler todos. O primeiro livro não tem grande profundidade, mas é um excelente entretenimento. A história é bastante divertida, bem escrita e instigante. A narração é em primeira pessoa pela voz de John. Super recomendo!

Uma curiosidade, Pittacus Lore é um pseudônimo dos escritores James Frey e Jobie Hughes que escrevem a série juntos. Ah, este foi o primeiro livro que li no meu KOBO. E estou apaixonada por ele e muito satisfeita com a compra. :)

Avaliação: ★★★  

Foi feita uma adaptação para o cinema dirigida por D.J. Caruso e produzida por Michael Bay e Steven Spielberg! Alex Pettyfer faz o papel de John, Diana Agron é Sarah e Callan McAuliffe é Sam.
O filme tem algumas diferenças em relação ao livro: mistura alguns poderes dos personagens, antecipa algumas revelações feitas somente no segundo livro e corta cenas importantes. É tudo bastante resumido, mas é divertido. Dá para assistir em um sábado à tarde comendo pipoca. ;)




Até a próxima.
Beijos e boas leituras. :**

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

A Invenção das Asas - Sue Monk Kidd



KIDD, Sue Monk. A Invenção das asas. São Paulo: Paralela, 2014. Título original: The Invention of Wings. 328p.

Eu estava prestes a cair o sono quando ela falou: "Eu devia ter costurado aquela seda verde dentro da colcha e ela nunca ia descobrir. Não me arrependo de ter roubado, só de terem me pegado".
"Por que você pegou?"
"Porque", ela respondeu, "porque eu podia".
Aquelas palavras grudaram em mim. Mamã não queria o tecido, só queria causar confusão. Ela não podia ser livre e não podia dar na sinhá com uma bengala, mas podia pegar a seda dela. Você se rebela do jeito que pode. p.40

A Invenção das Asas é um romance histórico que se passa no século XIX no sul dos Estados Unidos e conta a história de três meninas - uma escrava e duas irmãs brancas que cresceram juntas. O livro mistura fatos reais e ficção já que as duas irmãs existiram mesmo e quando cresceram tornaram-se as primeiras mulheres abolicionistas e feministas americanas.

O livro mostra os horrores da escravidão e como Sarah, nascida em uma família aristocrata e dona de escravos, cresceu indignada com a escravidão e como se sentia impotente por não poder fazer nada pelos escravos. Principalmente por ser mulher. Sarah influenciou a irmã mais nova, Nina que também lutou pela abolição e para que as mulheres tivessem voz. 

Mas a história é centrada em Sarah e na escrava Encrenca que ela ganhou no aniversário de 11 anos. Encrenca tinha 10. As duas cresceram juntas e mesmo vivendo na mesma casa, faziam parte de mundos totalmente diferentes. Sarah ressentia-se por não ter voz entre os homens e por não poder ter uma profissão. Seu sonho era ser advogada, mas seus planos foram frustrados muito cedo pelo pai e pelos irmãos que a ridicularizaram por sonhar tão alto. Encrenca cresceu ao lado de Sarah e por mais que a amiga tentasse protegê-la, ela não conseguiu escapar da violência e das humilhações por ser negra e escrava.

Sarah queria falar, queria que sua opinião fosse ouvida, mas para uma mulher no século XIX isso era impossível. As mulheres deveriam se casar e cuidar da casa e dos filhos e se não se casassem deveriam cuidar da mãe e das irmãs. Sarah teve que lutar e fazer escolhas difíceis para escrever seu próprio destino, assim como a irmã Nina. Encrenca, como escrava, não podia nem lutar.

A história é contada em primeira pessoa alternando os pontos de vista de Sarah e Encrenca. É um livro lindo, forte que fala de um assunto importante, doloroso e delicado de forma às vezes leve, noutras chocantes. A linguagem muda conforme os pontos de vista. Enquanto Encrenca fala da forma simples com que os escravos falavam, ainda que ela fosse uma escrava letrada, Sarah narra a sua história com uma linguagem mais formal. É interessante também perceber como elas enxergavam a vida e as situação com diferentes olhares. 

"Bens e escravos. As palavras do caderno de couro apareceram na minha cabeça. A gente era como o espelho de moldura dourada e a sela do cavalo. Não pessoas de verdade. Não acreditava nisso, nunca acreditei um dia de minha vida, mas se você escuta os brancos por muito tempo, uma parte triste e derrotada de você começa a acreditar. Todo o orgulho por causa de nosso valor me deixou. Pela primeira vez, senti dor e vergonha por ser quem eu sou." (Encrenca) p.101

A autora fez uma excelente pesquisa e soube descrever com detalhes os costumes e o  pensamento da época e retratar o tratamento dado aos escravos a forma com as mulheres viviam. Apesar de a escravidão ter acabado, a história é, infelizmente, ainda muito atual. O racismo não acabou, os negros continuam sendo na maioria pobres e com dificuldade de mudar a vida que têm. Alguns diálogos do livro, inclusive o trecho que eu transcrevi no início da resenha, falam muito sobre as diferenças sociais e me fizeram pensar em como o mundo, o Brasil inclusive, lida com essas diferenças. Esse trecho especificamente me tocou bastante porque diz muito sobre a atualidade. Livro super recomendado! Maravilhoso! Já é um dos meus favoritos! Leiam!

Avaliação: ★★★★ 

Até a próxima.
Beijos e boas leituras. :**

sábado, 8 de fevereiro de 2014

O Chamado do Anjo - Guillaume Musso




A orla é mais segura,
mas gosto de lutar com as ondas.
- Emily Dickinson


MUSSO, Guillaume. O Chamado do Anjo. Campinas, SP: Versus, 2013. Título Original: Lappel de l'anje. 336p.

O Chamado do Anjo é um thriller policial de tirar o fôlego. Tudo começa quando Madeline e Jonathan se esbarram no aeroporto JFK e trocam de celular sem querer.

Madeline é uma inglesa que mora em Paris e tem uma vida aparentemente perfeita. Acaba de ficar noiva do seu namorado de quatro anos. Os dois estão comprando um apartamento e tentando engravidar. Ela é dona de uma floricultura que é seu sonho realizado. Jonathan é um chef de cozinha francês que vive em São Fancisco nos Estados Unidos.  É divorciado, mas passa bastante tempo com o filho Charly e o cunhado que é muito seu amigo.

Quando Madeline e Jonathan trocam de celular, eles têm o impulso de bisbilhotar a vida um do outro e descobrem que por trás das aparências se escondem segredos e mistérios que os deixam ainda mais curiosos. A vida deles não é nenhum mar de rosas. Os dois não se cansam até desvendar os segredos um do outro e acabam descobrindo que estão envolvidos em uma história que liga os dois a acontecimentos muito perigosos. Além disso os dois ficam cada vez mais envolvidos um no outro.

A narrativa é em terceira pessoa com narrador onisciente, intercalando capítulos que se passam em São Francisco e em Paris. A linguagem é fluida, a trama tem muita ação, romance e humor. Tudo acontece de forma muito dinâmica, o que permite uma leitura rápida.  O final é bom, mas não é dos mais surpreendentes. Eu já imaginava qual seria o desfecho. Os acontecimentos finais me deixaram grudada no livro, mas depois que o mistério foi resolvido a história ficou morna. Além disso eu me irrito com algumas traduções que insistem em usar termos que ninguém usa. Quem no Brasil diria que o traseiro de alguém é bonito, gente? É bunda, tradutores. Bunda! No máximo bumbum rs.

A capa é muito bonita e a contracapa também. A diagamação é simples, mas contém alguns detalhes diferentes. As folhas são amareladas. Cada capítulo tem uma epígrafe com uma citação de um autor diferente, que introduz os acontecimentos do capítulo. Apesar dos pontos negativos que apontei, o livro é bom, divertido e um ótimo entretenimento. Roí as unhas e dei boas risadas. Valeu a leitura.

Avaliação: ★★★


Até a próxima.

Beijos e boas leitiras. :**


sábado, 1 de fevereiro de 2014

Leviatã: A missão Secreta - Scott Westerfeld



Uma semana antes, a Áustria-Hungria tinha finalmente declarado guerra à Sérvia, jurando vingar o arquiduque assassinado com uma invasão. Alguns dias depois, a Alemanha se posicionou contra a Rússia, o que significava que a França seria a próxima a entrar na dança. A guerra entre as potências darwinistas e mekanistas estava se espalhando como um rumor maldoso, e não parecia que a Grã-Bretanha poderia ficar de fora por muito tempo. p.124


WESTERFELD, Scott. Leviatã: A Misão Secreta. Rio de Janeiro: Galera Record, 2012. Título Original: Leviathan. 368p.

Leviatã: A Missão Secreta é descrito pelo autor como sendo do gênero steampunk, mas levando-se em conta a época em que se passa (I Guerra Mundial), acredito que misture os gêneros steampunk e dieselpunk. Antes da resenha, quero explicar um pouco do que se tratam esses gêneros, usando algumas explicações que achei na internet:


"Steampunk é um "é um sub-gênero da Ficção Científica passado em uma realidade alternativa, cuja proposta estética remete ao Século XIX, como se a Era Vitoriana tivesse sido de tal forma bem sucedida que seus costumes, tecnologia e cultura tivessem perdurado por muito mais do que de fato perduraram."


Fonte: http://imharley.blogspot.com.br/2011/06/moda-underground-steampunk.html

"O gênero steampunk pode ser explicado de maneira muito simples, comparando-o a literatura que lhe deu origem. Baseado num universo de ficção cientifica criado por autores consagrados como Júlio Verne no fim do século XIX, ele mostra uma realidade espaço-temporal na qual a tecnologia mecânica a vapor teria evoluído até níveis impossíveis (ou pelo menos improváveis), com automóveis, aviões e até mesmo robôs movidos a vapor já naquela época."

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Steampunk

"Dieselpunk é um subgênero da ficção científica inspirado em steampunk, porém com veículos movidos a diesel, ou qualquer outro tipo de combustível (no steampunk são movidos a vapor). O estilo foi muito utilizado nas histórias de ficção científica das décadas de 30 a 40 referenciando ao que seria o futuro baseado na tecnologia existente naquela época .

O estilo de arte dieselpunk é reconhecido atualmente como baseado na estética popular do período entre a primeira guerra mundial(passando pela segunda guerra mundial) até meados dos anos 19504 (fato pelo qual o estilo musical ao qual o dieselpunk é relacionado é o jazz, que estava no auge de sua popularidade durante o período). A palavra "dieselpunk" foi usada pela primeira vez por Lewis Pollakpara descrever seu jogo steampunk Children of the Sun em 2001, e sua definição cresceu em anos recentes para incorporar as formas características da arte visual, música, ficção e tecnologia dos tempos de guerra, servindo de termo para descrever seriados da época, film noir e outros.

Existe uma variação de dieselpunk conhecida como decopunk, que se popularizou em 2008, e cujo nome vem de "deco", forma inglesa de se referir ao movimento art déco. Decopunk é inspirado nos anos 1920-50, e é, de acordo com Sara M. Harvey (artista steampunk) em uma entrevista no site CoyoteCon, "... mais brilhante que o dieselpunk, é mais como decopunk. E dieselpunk é uma versão suja (gritty) do steampunk... Decopunk é a versão mais leve e art decó; mesmo período, mas tudo é cromado!""


Leviatã: A Missão Secreta recria, de forma fictícia, os acontecimentos que antecederam a Primeira Guerra Mundial. Nesta história, a guerra ocorre entre os darwinistas e os mekanistas. E é aí que está toda a graça do livro. Enquanto os mekanistas possuem grandes máquinas feitas pelos homens para a guerra, os darwinistas lutam com enormes monstros criados em laboratório que servem como máquinas, naves e instrumentos. Achei tudo sensacional!

A História é centrada em Alek, herdeiro do Império Austro-Húngaro e em Deryn, uma menina inglesa que se disfarça de menino para se tornar soldado da aeronáutica britânica e passa a se chamar Dylan. Alek precisa fugir quando os pais, são assassinados. Tudo por causa da disputa ao trono que pode acontecer a qualquer momento, já que o imperador está velho e doente. Ele se refugia num castelo nos alpes suíços. Enquanto isso Dylan (Deryn), apaixonada por aeronáutica, está disfarçada de soldado aprendendo tudo sobre os monstros darwinistas. Quando o Leviatã, uma enorme nave/monstro voadora cai, Deryn acaba conhecendo Alek sem saber quem ele é. Os dois são muito diferentes, mas têm em comum um segredo que não podem compartilhar.

Adorei Deryn e toda essa história da menina lutando para poder ser o que quiser e provando que pode fazer o mesmo que os homens. Ela é uma gracinha de personagem. E gostei de Alek também, um menino mimado amadurecendo por causa das circunstâncias. Além dos dois, devo destacar também a dra. Barlow, uma grande cientista darwinista e o Conde Volger que ajuda Alek em sua fuga.

A história é divertidíssima. Dessas que não dá vontade de parar de ler. As descrições dos monstros e das máquinas são muito interessantes e nem um pouco chatas. A narração é em terceira pessoa com capítulos curtos alternando os pontos de vista de Alek e Deryn. Essa é a forma de narração de que eu mais gosto. É dinâmica e interessante, mostrando visões diferentes do todo. A linguagem é fluida, jovem e divertida! A história tem muita ação e mistura fatos reais e ficção, presente e passado de forma surpreendente e empolgante. O fim me deixou muito curiosa pela continuação. Acho que lerei o segundo livro da trilogia logo.

Além disso o livro tem ilustrações belíssimas. Na contracapa há um mapa mostrando os países da Europa antes da Guerra e por dentro há várias ilustrações lindas feitas por Keith Thompson. Amei tudo!






Avaliação: ★★★★ 

Até a próxima. 
Beijos e boa leituras. :**



terça-feira, 21 de janeiro de 2014

O Histórico Infame De Frankie Landau-Banks - E. Lockhart



LOCKHART, E. O Histórico Infame de Frankie Landau-Banks. São Paulo: Seguinte, 2013. Título Original: The Disreputable History of Frankie Landau-Banks. 340p.

Matthew tinha dito que ela era inofensiva. Inofensiva. E estar com ele fazia Frankie se sentir como se estivesse esmagada dentro de uma caixa - uma caixa onde ela deveria ser encantadora e sensível (mas não sensível demais); uma caixa para as garotas jovens e bonitas que não eram tão brilhantes ou poderosas quanto seus namorados. Uma caixa para pessoas cuja força não merecia ser levada em conta. p.212

Já vou começar a resenha recomendando muitíssimo este livro! Leiam! É demais!

Frankie era até um ano atrás uma daquelas meninas "invisíveis" na escola, mas nas férias de verão ela cresceu, ganhou corpo e de uma garotinha que passava despercebida, tornou-se uma garota desejável e cobiçada pelos garotos da escola. Até começou a namorar Mathew, um dos meninos mais populares e passou a conviver com seus amigos populares também. Eles estudam em Alabaster, um colégio interno de elite onde a maioria dos alunos tem muito dinheiro ou prestígio.

Em casa Frankie sempre foi tratada como uma princesinha, era até chamada assim, mas não gostava da forma como era vista pelos familiares, amigos e pelo namorado. Como uma menina bonita e frágil e só. Ela queria mais, queria que a enxergassem pelas suas ideias, reflexões e interesses. Ela é bastante influenciada pela irmã que é feminista.

O pai de Frankie contou a ela que, quando era estudante, fez parte de uma sociedade secreta que fazia algumas travessuras na escola, formada por alunos escolhidos a dedo, normalmente os oriundos das famílias mais ricas e/ou leias à escola . Frankie descobre que agora seu namorado faz parte dessa sociedade e seu amigo Alfa é o novo líder. Ela fica obcecada em participar da Leal Ordem dos Bassets, como é chamada, mas o namorado nem sequer conta a ela sobre a existência de tal Ordem, por mais que ela tente arrancar algo dele.

A amiga e colega de quarto de Frankie, Trish, é uma menina que não se incomoda com a maneira como é tratada pelos meninos nem em desempenhar papéis tipicamente femininos. Ela não questiona e está bem adaptada a à nossa sociedade machista. Frankie por outro lado, não se conforma com isso. Ela se sente rejeitada, sente que o namorado e os amigos não confiam nela, não a acham capaz de fazer parte do grupo por ser uma garota. Quando Frankie consegue encontrar o diário/manual perdido da sociedade secreta com instruções sobre como proceder, ela dá um jeito de fazer parte da Leal Ordem dos Bassets sem que os meninos saibam. O diário se chama O Histórico Infame.

Frankie olhou para o rosto dele. Ele gostava genuinamente dela, ela sabia. Talvez até a amasse. Só que a amava de uma maneira limitada.
A amava mais quando ela precisava de ajuda.
A amava mais quando ele podia definir os limites e fazer as regras.
A amava mais quando ela era uma pessoa menor e mais nova do que ele, sem nenhum poder social. Quando ele podia adorá-la por sua juventude e charme e protegê-la das preocupações da vida. p.307

O livro tem alguns clichês como a menina bobinha que aceita o tratamento dos garotos, os meninos populares da escola que têm todas as meninas aos seus pés,  a menina que se torna desejável de uma hora para outra e passa ter a atenção dos garotos etc, mas a trama se diferencia por tratar de questões feministas, da luta das mulheres por mais espaço e reconhecimento, pela luta dos jovens por seus direitos e por mudanças na sociedade. No início o livro é morno, mas vai ganhando vida, ação, significado e se torna uma história incrível, divertida e inteligente.

A narração é em terceira pessoa, mas os pensamentos dos personagens aparecem o tempo todo dando dinamismo à narrativa. A linguagem é fluida e fácil de ler e com alguns neologismos que fazem parte da forma como Frankie pensa, o que é bem interessante. É um livro voltado para o público jovem, mas que agrada leitores de todas as idades. Super recomendo!

Avaliação: ★★★★ 

Até a próxima. Beijos e boa leituras. :**

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Liberta-me - Tahereh Mafi



MAFI, Tahereh. Liberta-me. Ribeirão Preto, SP: Novo Conceito Editora, 2013. Título original: Unravel me. 444 p.

"Seus lábios são mais macios do que qualquer coisa que já conheci, macios como a primeira neve, como morder algodão doce, como derreter e flutuar e não ter peso na água. É doce, é doce sem fazer esforço." p. 382

Liberta-me é o segundo livro da trilogia Estilhaça-me que começou com Estilhaça-me.  Eu gostei do primeiro, mas esperava mais. Achei pouco original, apesar de ter achado a escrita da autora lindíssima e cheia de estilo. Mas Tahereh Mafi evoluiu muitíssimo. O segundo livro da série (e da autora) superou e muito as minhas expectativas. Eu simplesmente amei o livro!

A partir daqui contém spoilers do primeiro livro da série. Você foi avisado.

Depois de fugir da prisão onde viveu nos últimos meses e encontrar o Ponto Ômega, quartel da resistência, Juliette aprende mais sobre seus poderes e treina para conseguir controlá-los. Juliette está menos confusa, porém seus pensamentos continuam intensos e acelerados, o que a autora consegue mostrar muito bem através de sua escrita peculiar. Ela não pode tocar em ninguém pois seu toque é poder letal. Somente seu namorado Adam e Warner também  pode tocá-la. Porém Juliette descobre algo que a faz se afastar de Adam. Adam tem um poder que anula os poderes de todos os outros quando está perto. Porém ele o faz com um grande sacrifício e gasto de energia. Inclusive isso pode matá-lo. Juliette sofre muito com a separação mas está decidida a se afastar de Adam de vez, ao mesmo tempo que está cada vez mais envolvida com a resistência.

Numa das missões do Ponto Ômega, Juliette encontra Warner e percebe que por trás daquela crueldade e frieza toda, existe uma pessoa capaz de gestos de bondade. Ao longo da história, Warner se mostra mais humano e sua história de vida marcada por maus tratos e falta de amor de seu pai abusivo vem à tona. Anderson, pai de Warner e líder do Restabelecimento, é o grande vilão da história. E uma revelação a seu respeito tem grande importância na trama.

Enquanto se afasta de Adam, Juliette acaba se aproximando de Warner e a narrativa pega fogo. Como no primeiro livro, os sentimentos de Juliette são intensamente explorados e descritos. O livro é todo psicológico. Toda a ação é mostrada através dos sentimentos de Juliette, narradora personagem. Os personagens são muito mais elaborados neste segundo livro, especialmente Warner. Ainda que sempre descritos através dos olhar e sentimentos de Juliette. Ele é o melhor personagem, depois de Juliette. Também gosto muito de Kenji, amigo que Juliette faz no Ponto Ômega.

A história é intensa, quente, forte, romântica e com uma escrita belíssima! Ainda acho que o Restabelecimento, regime de governo totalitário instalado por Anderson, deveria ser melhor explorado. Ainda assim achei o livro muito bom e com mais ação que o primeiro! Preciso do volume final da trilogia! A capa deixou a desejar em relação à primeira, toda brilhosinha. Ela é bem feinha. Mas a diagramação e interessante, as folhas são amareladas e a fonte tem um ótimo tamanho, o que facilita a leitura.

Avaliação: ★★★ 

Até mais.
Beijos e boas leituras. :**


terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Top Piriguetagem Serialística 2013





Depois do Top Piriguetagem Literária hoje trago o Top Piriguetagem Serialística 2013. Esse foi bem mais fácil de fazer. Assim que li o post da Kellen do Viagem Literária já pensei em todos os meus amantes da TV rsrs. Escolhi 15 porque foi impossível deixar qualquer um deles de fora.


15º - Prêmio de consolação: Alside (Joe Manganiello) de  True Blood. Apesar de ser o homem mais gostoso do mundo, acho o personagem muito inexpressivo. E só beleza não dá, né? Ainda assim, entrou no Top em último lugar.




14º lugar: Jaime Lannister (Nikolaj Coster-Waldau) de Game of Thrones. Tudo bem que ele é cruel e covardemente atirou Bram da janela, mas ele está se redimindo e mostrando que tem honra. E o ator é lindo demais. Não tem como não se apaixonar!



13º lugar:  John Diggle de Arrow. Que homem gostoso é esse, minha gente? E além disso é um personagem perfeito. Leal, correto, sincero, corajoso, intenso, um verdadeiro herói! É um dos meus personagens preferidos na série.



12º lugar: Roy Harper de Arrow. Ele é tão lindinho, delicinha, apaixonadinho além de ser um bad boy cheio de boas intenções rs. Amo, amo, amo! Suspiros......




11º lugar: Killian Gardiner (Daniel Di Tomasso) de Witches of East End. Ele é misterioso, observador, sexy na medida, lindo e nem sabe ainda que tem poderes. Nem precisa. Ele é naturalmente poderoso. Acredito que em 2014 ele vá subir algumas posições. Mas como ainda estou conhecendo o personagem, ficou em décimo primeiro.


10º lugar: Oliver Queen (Green Arrow) de Arrow. Nem preciso dizer muita coisa. Que homem maravilhoso! E que personagem forte, intenso e bem trabalhado. Um homem sofrido, cheio de cicatrizes externas e internas que o tornam um herói atormentado incrível. 


9º lugar: Derek Hale (Tyler Hoechlin) de Teen Wolf é lindo demais! Meu número! rsrs E é um lobisomem muito foda! É um alpha. E ao mesmo tempo um cara fofo e apaixonado. Nada mais a dizer sobre ele. Só admirar.



8º lugar: Angel (David Boreanaz) de Buffy the Vampire Slayer. Em 2013 assisti novamente à série Buffy e matei a saudade desse vampiro lindo de morrer. Mas, apesar de ele ter sido um dos meus amores serialísticos, ele fica em 7º lugar porque era um vampiro bonzinho demais rsrs.



7º lugar: Spartacus de Spartacus. Embora adorasse o primeiro ator que o interpretou na série (R.I.P Andy Withfield) não posso negar que  Liam McIntyre também é maravilhoso! Delícialicia rsrs. Ganhou meu coração! E eu amo o personagem! Forte, corajoso e disposto a perder a vida pela causa dos escravos. Apaixonante!



6º lugar: Dracula (Jonathan Ryes Meyers) de Dracula 2103. É...esse homem me conquistou de vez. Qualquer papel que ele fizer vai me tirar suspiros. Lindo, extremamente sexy e talentoso! E o personagem é muito sedutor e mau, muito mau!



5º lugar: Klaus Mikaelson (Joseph Morgan) de The Vampire Diaries e The Originals. Quase ia me esquecendo desse vampiro original maravilhoso com esse sotaque britânico super sexy. Klaus é um vampiro original. É super poderoso e imortal! Como resistir? Esses vampiros me matam.




4º lugar: Damon Salvatore (Ian Somerhalder) de Vampire Diaries. Esse vai ter um lugar no meu coração para sempre. Lindoooo e deliciosamente mau. Adoro os vampiros! Ahhhhh Damon...



3º lugar: Dr. House de House M.D. Outra série antiga que assisti em 2013. Inteligência e sarcasmo são características que me conquistam mesmo e isso Dr. House tem de sobra. E esse olhar penetrante é tudo! Casaria com esse homem agora!



2º lugar: Ragnar Lothbrok de Vikings. Só não ganhou o primeiro lugar porque fiquei com raiva dele no fim da primeira temporada, mas eu não resisto a essa gostosura toda! Ele é lindo demais! Charmoso demais! Passo mal hahaha. É um anti herói com uma personalidade muito bem construída. Ele luta incansavelmente pelo seu povo e mesmo usando métodos nada corretos, ele me ganha pelo charme, inteligência e sarcasmo. Pra mim ele é tudo de bom!



1º lugar: Captain Hook (Colin O'Donoghue) de Once Upon a Time. Que homem lindo, gente! Seguindo a linha do Top Piriguetagem Literária, meu prefirido aqui também é um bad guy. Ai ai. Suspiro muito por esse pirata (eu tenho um fraco por piratas também). Se a Emma não ficar com ele eu fico, tá Emma? hehe Como não amar esse cabelo estrategicamente desalinhado e essa fama de mau? Lindo! Meu queridinho do momento!






E aí? O que acharam das minhas escolhas? No final das contas nem foi tão fácil assim. Mudei as posições algumas vezes. ;)
Até mais. Logo logo postarei resenhas novas.

Beijos e boas leituras. :**


quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

Top Piriguetagem Literária 2013

Olá.
Chegou o tão esperado momento do Top Piriguetagem Literária criado pela Nanda do Viagem Literária. :)
Confiram o Top Piriguetagem Literária 2013 no post dela também.



Definição que peguei no post da Nanda:

De acordo com o dicionário Aureliânus sofre de piriguetismo literário aquele(a) que troca de paixão platônica fictícia toda semana, e usa a expressão 'é meu' quando descreve algum personagem. Este tipo de piriguete usa ou usará óculos e sente frio (característica principal que a diferencia das outras espécies).

Ou seja, são aqueles personagens que dão até friozinho na barriga de tão apaixonantes. Essa paixão pode durar somente o tempo da leitura ou semanas, meses, a vida inteira. ;)

O Top deste ano foi um pouco difícil. Eu não li tanto como gostaria,  li alguns romances perfeitos, mas com protagonistas masculinos sem graça demais ou livros adolescentes. Por mais que os personagens sejam fofos, às vezes é difícil eu me apaixonar por eles por causa da pouca idade. A não ser aqueles que a vida amadureceu de alguma forma. Mas depois de muito pensar e lembrar, finalmente consegui construir o post.

10º lugar: Costi de A Dança da Floresta. Eu adorei essa história de amor super fofa e mágica. Como não amar Costi que sofreu tanto sem poder dizer o quanto amava Jena? Mesmo que em alguns momentos ele tenha me deixado irritada rs. O final é lindo e perfeito!

9º lugar: Heitor de O Incêndio de Troia é forte e corajoso. É o único homem que se destaca nesse livro em que as mulheres são protagonistas. Heitor luta até a morte para tentar salvar sua cidade e sua família. É um verdadeiro herói e fez parte da minha piriguetagem este ano.

8º lugar: O pirata português Duarte Aguiar da Costa de O Segredo de Cybele de Juliett Marilliet é tudo de bom! Bonito, alto, forte, inteligente, culto e de reputação duvidosa (adoro um bad boy)! Torci por ele e Paula. Achei que eles tinham uma química incrível e muita sintonia. Eu no lugar dela, teria me apaixonado por ele rsrs.

7º lugar: Gale da trilogia Jogos Vorazes (Em Chamas) de Suzanne Collins. Que me desculpem os #teamPeeta, mas eu sou #teamGale hehe. Não sei explicar, mas acho Gale tudo de bom. Adoro o amor dele por Katniss e torci muito por ele. Mas na literatura, como na vida, nem sempre as coisas acontecem como a gente espera, né? Mas deixa eu suspirar um pouco pelo lindo do Liam Hemsworth. Ahhhh...Liam.




6º lugar:  Peeta da trilogia Jogos Vorazes (Em Chamas) de Suzanne Collins. Apesar de ser #teamGale, não posso negar o quanto Peeta é fofo, corajoso, perfeito e apaixonado. Ele é tudo de bom mesmo. Eu me apaixonei pelo Gale logo de cara, mas Peeta conquista a admiração e o afeto de qualquer uma. Katniss é uma sortuda mesmo.



5º lugar: Louis de Entrevista com o Vampiro de Anne Rice. O vampiro Louis ama a pequena Claudia, é intenso e sente um amor impossível daqueles que só podem mesmo terminar em tragédia. Além disso ele (e o livro todo) é muito sexy! Adorei o Louis. Esse vampiro atormentado e cheio de conflitos internos, um bad boy cheio de sentimentos intensos. E ainda por cima foi interpretado no cinema por ninguém menos que Brad Pitt. Nao poderiam ter feito melhor escolha.


4º lugar: Adam de Liberta-me de Tahereh Mafi. Adam tirou o 4º lugar ano passado pelo livro Estilhaça-me e mantém a posição este ano pela segundo livro da trilogia.

3º lugar: Gus de A Culpa é das Estrelas de John Green. O que dizer do Gus, gente? Tudo de fofo, lindo, inteligente, amigo, gracinha. Além disso tem uma língua afiada e sarcástica. Como não amar? É amor demais (bateu até uma tristeza por lembrar)! Não gostei do ator que escolheram para interpretar o Gus no cinema, mas o poster está fofinho e estou louca para assistir.



2º lugar: Jace da série Instrumentos Mortais de Cassandra Clare. Jace é perfeito! Esse caçador de sombras tão lindo e tão apaixonado, faz tudo pela sua amada. Adoro o sarcasmo e a auto-confiança dele (mesmo ele sendo arrogante demais em certos momentos), além de ter uma dose de bad boy atormentado por fantasmas de um passado misterioso. Os diálogos são a melhor parte do livro e as tiradas de Jace são muito engraçadas.  Nunca me esqueço da frase: "Caçadores de Sombras: mais bonitos de preto do que as viúvas de nossos inimigos desde 1234" hehehe. Sou apaixonada por esse casal. Muito amor! E a adaptação para o cinema do primeiro livro da série foi linda demais! 



1º lugar: Warner de Liberta-me de Tahereh Mafi. Enquanto Adam conquista com doçura, carinho e gentileza, Warner chega destruindo. É um bad boy irresistível que desperta uma paixão inesperada e mostra que por trás da sua crueldade, existe dor e medo causados por uma história de vida complicada e sem amor. Mas Warner ama intensamente. Já disse que adoro um bad boy não é? Sempre me apaixono por esses personagens e não poderia ser diferente com o apaixonante Warner. Ganhou o prêmio de piriguetagem sendo que este foi o último livro que li no ano. :)

É isso! Gostaram do post? Quem quiser pode fazer também, lembrando de dar os créditos à Nanda e colar o selinho. Quem quiser pode conferir o meu post anterior - Top Piriguetagem Literária 2012.

Feliz ano novo! Que 2014 seja um ano de paz, saúde, amor, realizações e muita diversão! 
Ótimas leituras este ano! 
Beijos. :**

Série de TV - Raised by Wolves

Terminei de assistir ontem à nova série original HBO Max. Já vou começar dizendo que recomendo para quem gostou de Battlestar Ga...